Tarsila

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Dança , Teatro e Cinema: Dinamismo improvisado, abrupto,

inesperado, suspense ou Terror.

A Dança


O expressionismo alemão teve seu auge em 1920, reflexo da Primeira

Guerra Mundial. Neste período, Rudolf Von Laban já realizava estudos

e análises de movimentos, sendo seguido posteriormente por nomes da

dança como Mary Wigman, Jacques Dalcroze e Kurt Jooss.


Teatro e Cinema: Fim do século XIX e começos do XX- a atuação explorava a deformação ou exagero das figuras, buscava-se a expressão dos sentimentos e emoções do autor. Este movimento surgiu como reação aos modelos dominantes nas artes européias .O artista expressionista exagerava a experiência emocional.

Música Expressionista

Música: Acordes de tensão, extremismo entre os parâmetros, dinâmica oscilante.


Alban Maria Johannes Berg nasceu em Viena em 9 de fevereiro de 1885. Era homem de muita cultura literária e artística. Dedicando-se ao estudo da música, aderiu ao equivalente musical do Expressionismo, à escola de Arnold Schönberg, de quem se tornou o discípulo mais fiel. Berg é o único compositor do grupo de Viena (Schönberg e seus discípulos mais chegados, Berg e Anton von Webern) que teve posteriormente bom sucesso e plena aceitação pelo público.

Assista à execução do 2º Movimento de seu Concerto para Violino executado por Frank Peter Zimmermann e Orquestra.


domingo, 3 de julho de 2011

EDUCOPÉDIA - PESQUISA DE FIGURINO - ATIV. 17

Gabarito da Atividade 17

DECOTE (2)
COLAR (1)
RELÓGIO (2)
CORPETE(2)
COR DA ROUPA (1)
MAQUIAGEM (1)
PENTEADO (1)
ESTAMPA DO TECIDO (1)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Adereço de Figurino

Adereço de Figurino:

“(...) Em espectáculos e na Indústria Audiovisual, adereço é todo objeto necessário ao uso do atuante (ator, locutor, entrevistador e etc.) para composição da imagem, suporte da ação ou figurino de época num determinado momento e contexto (...)

Wikpédia: adereço”

O uso é que define se é um acessório ou um figurino.

Se está compondo um personagem, numa cena, ele faz parte do figurino daquele personagem então ele é um adereço de figurino.

Se está compondo a roupa de alguém em uma situação que não faça parte de uma encenação, então ele é um acessório da roupa.

Ex. Chapéu na cabeça de uma madrinha, num casamento encenado numa peça, numa novela= adereço de figurino (ali é encenação, representação da realidade)

Chapéu, na cabeça de uma madrinha de casamento. Na vida real = acessório. É um complemento da roupa, numa determinada ação da vida real .

sábado, 11 de junho de 2011

Maquiagem ou Mágica?


Maquiagem ou Mágica ?


O ato de cobrir as imperfeições com uma maquiagem é considerado fácil e simples perto do que se pode fazer com uma personagem hoje em dia.
Maquiagem:Uma arte tão ampla que vai desde fazer alguém envelhecer de 20 a 40 anos até transformá-lo num ser de outro mundo.

Veja as fotos abaixo

terça-feira, 10 de maio de 2011

Como montar um cenário para a escola

Pluft, o fantasminha - fragmento
(Maria Clara Machado)


1. (Cenário: um sótão. À direita, uma janela dando para fora, de onde se avista o céu. No meio, encostado à parede do fundo, um baú. Uma cadeira de balanço. Cabides onde se vêem, pendurados, velhas roupas e chapéus. Coisas de marinha. Cordas, redes. O retrato velado do Capitão Bonança. À esquerda, a entrada do sótão.
Ao abrir o pano, a Senhora Fantasma faz tricô, balançando-se na cadeira, que range compassadamente. Pluft, o fantasminha, brinca com um barco. Depois larga o barco e pega uma velha boneca de pano. Observa-a por algum tempo.)

2. PLUFT: - Mamãe!

3. MÃE: - O que é, Pluft?

4. PLUFT: (sempre com a boneca de pano) – Mamãe, gente existe?

5. MÃE: - Claro, Pluft, claro que gente existe.

6. PLUFT: - Mamãe, eu tenho tanto medo de gente! (Larga a boneca.)

7. MÃE: - Bobagem, Pluft.

8. PLUFT: - Ontem passou lá embaixo, perto do mar, e eu vi.

9. MÃE: - Viu o quê, Pluft?

10. PLUFT: - Vi gente, mamãe. Só pode ser. Três.

11. MÃE: - E você teve medo?

12. PLUFT: - Muito, mamãe.

13. MÃE: - Você é bobo, Pluft. Gente é que tem medo de fantasma e não fantasma que tem medo de gente.

14. PLUFT: - Mas eu tenho.

15. MÃE: - Se seu pai fosse vivo, Pluft, você apanharia uma surra com esse medo bobo. Qualquer dia desses eu vou te levar ao mundo para vê-los de perto.

16. PLUFT: - Ao mundo, mamãe?!

17. MÃE: - É, ao mundo. Lá embaixo, na cidade...

18. PLUFT: (Muito agitado, vai até a janela. Pausa.) - Não, não, não. Eu não acredito em gente, pronto...

19. MÃE: - Vai sim, e acabará com essas bobagens. São histórias demais que o tio Gerúndio conta para você.

20. PLUFT: (Pluft corre até um canto e apanha um chapéu de almirante.) - Olha, mamãe, olha o que eu descobri! O que é isto?!

21. MÃE: - Isto tio Gerúndio trouxe do mar.

22. (Pluft, fora de cena, continua a descobrir coisas, que vai jogando em cena: panos, roupas, chapéus etc.)

23. PLUFT: - Por que tio Gerúndio não trabalha mais no mar, hem, mamãe?
24. MÃE: - Porque o mar perdeu a graça para ele...

25. PLUFT: (Sempre remexendo, descobre um espartilho de mulher) – E isto, mamãe, (aparecendo) que é isso? Ele trouxe isto também do mar? (Coloca o espartilho na cabeça e passeia em volta da mãe.)

26. MÃE: - Pluft, chega de remexer tanto nas coisas...

27. PLUFT: (larga o espartilho no chão e passeia na cena à procura do que fazer) – Vamos brincar, tá bem? Finge que eu sou gente. (Veste-se de fraque e de cartola.)

28. MÃE: (sem vê-lo) Chega de desordem, meu filho. Você acaba acordando tio Gerúndio. (Ela olha para o baú.)

29. PLUFT: (pé ante pé, chega por detrás da cadeira da mãe e grita) – Uuuuh! (A mãe leva um grande susto e deixa cair as agulhas de tricô.) Eu sabia! Eu sabia que você também tinha medo de gente. Peguei! Peguei! Peguei mamãe com medo de gente... peguei mamãe com medo de gente!

30. MÃE: (procurando de gatinhas os óculos e o tricô) – Pluft, você quer apanhar? Como é que eu posso acabar o meu tricô para os fantasminhas pobres, se você não me deixa trabalhar? (A mãe volta à cadeira bufando e Pluft volta à janela pensativo.)

31. PLUFT: - Eu não iria nem a pau.

32. MÃE: - Onde , Pluft?

33. PLUFT: - Trabalhar no mar. Tenho medo de gente e de mar também. É muito grande e azul demais... (De repente Pluft se assusta.) Oh! (Corre até a mãe, sem voz, e torna à janela.) Mamãe, olha lá. Iiiiiih... Estão vindo! (Corre e senta-se no colo da mãe.) Mamãe, mamãe, acode!! Eles estão vindo... vindo do mar... e subindo a praia.

(Fragmento da peça teatral “Pluft, o fantasminha” de Maria Clara Machado)
(*Obs.: este trecho selecionado teve suas partes numeradas para facilitar a aplicação e resolução de atividades desenvolvidas)

terça-feira, 3 de maio de 2011

Texto sobre Capoeira, Obaluaê e Maculelê

História da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas. Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.
Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão.

Obaluaê:

Na Religião do Candomblé, Obaluaê é uma flexão dos termos: Oba (rei) – Oluwô (senhor) – Ayiê (terra), ou seja, “Rei, senhor da Terra”. Omulu também é uma flexão dos termos: Omo (filho) – Oluwô (senhor), que quer dizer “ Filho e Senhor”. Obaluaê, o mais moço, é o guerreiro, caçador, lutador. Omulu o mais velho, é o sábio, o feiticeiro, guardião. Porém, ambos têm a mesma regência e influência. No cotidiano significam a mesma coisa, têm a mesma ligação e são considerados a mesa força da natureza.Obaluaê (ou Omulu) é o Sol, a quentura e o calor do astro rei. É o Senhor das pestes, das moléstias contagiosas, ou não. É o rei da Terra, do interior da Terra, e é o Orixá que cobre o rosto com o Filá (de palha – da - Costa), porque para os humanos é proibido ver seu rosto, pela deformação feita pela doença, e pelo respeito que devemos a este poderosíssimo Orixá. Acreditam que Obaluaê está no organismo, no funcionamento do organismo. Na dor que sentimos pelo mal funcionamento dos órgãos, ou por uma queda, corte ou queimadura.Dizem que, Obaluaê rege a saúde, os órgãos e o funcionamento destes. A ele devemos nossa saúde e é comum, nas Casas de Santos, se realizar os Eboris de Saúde, que fazem pra trazer saúde para o corpo doente.

Maculelê:

Maculelê é um tipo de dança folclórica brasileira de origem afro-brasileira e indígena.

O maculelê em sua origem era uma arte marcial armada, mas atualmente é uma forma de dança que simula uma luta tribal usando como arma dois bastões, chamados de grimas (esgrimas), com os quais os participantes desferem e aparam golpes no ritmo da música. Num grau maior de dificuldade e ousadia, pode-se dançar com facões em lugar de bastões, o que dá um bonito efeito visual pelas faíscas que saem após cada golpe. Esta dança é muito associada a outras manifestações culturais brasileiras como a Capoeira e o frevo.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Direitos Autorais de Artistas da Nona Arte

Quais são as violações de Direitos Autorais mais freqüentes?
O plágio é a usurpação da autoria. Casos cometidos de forma inegável são crimes, porque quem o comete mal esconde sua intenção imoral de ferir o direito alheio, seja quem se apropria do reconhecimento da obra alheia, seja dos rendimentos por sua comercialização. Omitir ou trocar os créditos da imagem (quando previamente combinado), além de responder por danos morais, o infrator está obrigado a divulgar-lhe a identidade. Reutilização indevida da imagem. Além de adquirir o direito a um novo pagamento, pela reutilização, e lógico na venda para terceiros, o autor tem direito a, no mínimo, 50% do valor original. Interferir na imagem vazando letras, cortando, alterando, deformando, manipulando, acrescentando ou suprimindo através de qualquer processo sem autorização do autor. Destruir ou sumir com originais é ato criminoso independente de qualquer argumento, além de ferir a legislação, provoca danos à memória nacional. Negar o crédito ao autor da imagem através de manobras creditando-se a entidades, banco de dados, divulgação ou a arquivos é crime, conforme a Lei de Direito Autoral.

O que caracteriza o plágio?
Segundo o dicionário Aurélio, plágio é "Assinar ou apresentar como seu, a obra artística ou científica de outrem". A etimologia da palavra ilustra claramente seu significado na nossa profissão: vem do grego (através do latim) plagios, que significa "trapaceiro", "obliquo". Uma imagem reconhecível, mesmo dentro de outra, mesmo alterada, editada ou digitalizada, apresentada de forma reconhecível, é considerada como plágio, e seus direitos podem ser requeridos pelo legítimo autor a qualquer tempo. A este tipo de violação de Direitos cabe o ressarcimento financeiro pela publicação não autorizada, 100% (ou mais) a título de multa, e outro montante por danos morais, banco de dados, divulgação ou a arquivos é crime, conforme a Lei de Direito Autoral

Os direitos autorais do cartunista

O cartunista é um criador intelectual de que cuja criação pertence ao gênero das obras artísticas. A manifesta criação do cartunista é perceptível pelo traço em desenho. E pela reprodução de desenho de personagens, sem a necessária autorização os tribunais têm posicionado:
DIREITOS AUTORAIS - REPRODUÇÃO NÃO AUTORIZADA DE DESENHO DE PERSONAGENS DE HISTÓRIETAS EM CAMISETAS - INDENIZAÇÃO.Incide a legislação, que visa salvaguardar direitos autorais, sobre reprodução em camisetas de desenhos de figuras de historietas em quadrinhas, ainda que se reconheça a feição industrial da reprodução, uma vez que os desenhos reproduzidos tem notórias características artísticas. A indenização pela indevida reprodução restringe-se ao número de camisetas comercializadas, em virtude de não ser de cogitar-se de edição, no que se relaciona a obra industrial, se considerar-se o texto do art. 57, da lei 5.988, de 1973, comparado ao primitivo art.1346, do C. Civil..(TJ/RJ - Des. Jorge Loretti - 5 Cam. Civel - AC n.34.625/RJ - unânime - j. 19.03.85 - DOERJ de 12.09.85 - P.III - pag.83)

Todavia há reproduções das mais diversas feitas pelo cartunista, como os personagens políticos, ou as obras existentes em logradouros públicos. A esse respeito fixa a legislação:
Art. 48. As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas livremente, por meio de pinturas, desenhos, fotografias e procedimentos audiovisuais. Dai porque os tribunais assinalaram a permissibilidade de reprodução por qualquer um desenhista das obras existentes em locais públicos, como nas praças, ruas e avenidas etc.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Educopédia - Op-Art

Se você escolheu as imagens 1 e 3. Parabéns! Está no caminho certo!